Grávida de 4 bebês, o médico queria abortar 2, mas ela e seu marido confiaram em Deus

Quais seriam os dois escolhidos para não estarem entre nós?

 

A história de Libby Keen Traylor e seu marido deve servir de alerta e exemplo para muitas famílias.

Já mãe de uma menina de 2 anos de idade, ela estava novamente grávida. Com os exames de rotina, seu médico detectou que ela tinha uma gravizes múltipla. Eis suas próprias palavras, que ela compartilhou em sua página no Facebook:

“Há quatro embriões. Você não conseguirá levar a gravidez dos quatro até o fim. Você precisa “reduzir” ao menos dois deles. Todos eles podem morrer e você também pode morrer. Eles terão derrames, problemas respiratórios e disgestivos, paralisia cerebral, serão cegos. Você já é mãe de uma menina de 2 anos e precisa pensar nela. E há também o teu casamento. A maioria dos pais de gêmeos múltiplos acabam se divorciando. E não é bem um aborto, pois você ainda estará grávida.”

Estas foram as coisas que meu médico disse depois que descobriu que eu estava grávida de quádruplos. Nós ficamos com muito medo e ansiedade. Por seis semanas nós estivemos preocupados e rezamos muito. Ou tínhamos fé ou não tínhamos. Permaneça firme e confie. Ao final, nós confiamos plenamente que Deus já os conhecia. E Ele é fiel. Quais destes escolheríamos não conhecer?

É de lamentar o papelão que o médico da sra. Traylor fez. Ele, que deveria ao menos se portar profissionalmente e levar conforto e orientação à sua paciente, a única coisa que vez foi deixar o casal ansioso e apreensivo. E qual o motivo disto? É um só: a Cultura da Morte que segue firme na área de saúde, onde muitos profissionais vêm esquecendo que sua função é salvar vidas e levar conforto e não dar falsas opções que levam à morte, principalmente dos mais frágeis.

Libby Keen Traylor e seu marido confiaram no Senhor Deus e Ele os abençoou com filhos saudáveis, apesar de todo o terrorismo de seu médico. Anna, Luke, Will e Caroline hoje já estão crescidos e seguem suas vidas normalmente. E mesmo que algo tivesse acontecido com as crianças, o que é possível, ainda assim é a opção pela vida que faz toda a diferença. O médico não tem bola de cristal e tampouco é seu papel decidir quem deve morrer, ainda mais em uma situação que nem mesmo é o fim do mundo como ele quis passar para sua paciente.

Fica o exemplo para tantas mulheres e tantos casais que passam por momentos semelhantes: confie em Deus! E fica também o alerta para que todos nós estejamos sempre preparados sobre como lidar com péssimos profissionais da área médica, que, infelizmente, não são poucos nos dias atuais.

A família Traylor

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