URGENTE: O que pode acontecer na Argentina dia 29?

Por Hamilton da Silva

Dia 29 está para acontecer uma tragédia a nível mundial que, em termos de genocídio, custará muitas mais vidas que as duas guerras mundiais juntas.

Nós não podemos cruzar as mãos por estarmos na época do Natal. Em vez disso, por causa do Natal, faríamos bem em dar um presente especial do milênio ao Verbo Encarnado que se fez homem porque nos amou.

Além do genocídio computado em número de vidas, o projeto enviado pelo presidente da Argentina ao Congresso é o primeiro que une o aborto com a politica de gênero.

Eliminada a barreira da defesa da vida, elimina-se também o pudor, agora não mais da nudez, como no pecado original, mas elimina-se o pudor do matar, e com isto estará aberto o caminho da desconstrução da identidade humana que se iniciará através da desconstrução da identidade sexual.

O projeto argentino prevê que a partir dos 13 anos de idade o aborto possa ser realizado sem o consentimento e o sequer o conhecimento dos pais. Até mesmo se a gravidez for resultado de abuso sexual repetitivo, nem mesmo assim os pais poderão ser notificados, e não apenas isto, mas o médico que assim o fizer, ainda que seja um profissional bastante favorável ao aborto mas contrário ao abuso sexual de menores, incorrerá em penas de até 1 ano de prisão e até 2 anos de perda de habilitação profissional. Da impossibilidade de notificar os pais, decorre que também não poderão ser notificadas as autoridades da segurança pública, porque isto redundaria com certeza no conhecimento dos pais.

Ademais, as pacientes que pedem o aborto deverão ser atendidas segundo uma perspectiva de gênero ao abortar, na qual, por exigência legal do projeto, médicos e professores deverão ser previamente treinados a nível nacional, provincial e municipal.

A aprovação do aborto na Argentina desencadeará, possivelmente com o apoio do governo americano de Joe Biden, a aprovação do aborto no Brasil e na América Latina. Removido o último reduto da defesa da vida a nível mundial, estará definitivamente encerrado este capítulo da Cultura da Morte e passaremos ao seguinte, que provavelmente desponta no horizonte como sendo a desconstrução da identidade humana.

Isto significa que não apenas vida por nascer será um fenômeno. Todos nós deixaremos de ser pessoas para nos convertermos em fenômenos.
Poucos sabem e pouco foi advertido, mas a palavra “fenômeno” é um dos conceitos básicos da filosofia de Kant e da sua obra principal, a Crítica da Razão Pura.

Kant quis com esta obra mostrar que o que nós vemos no mundo não são realidades, mas o que ele mesmo chamou de “fenômenos”. Nós não podemos ter a menor ideia do que no mundo exterior as coisas são. O que pensamos que uma coisa é, não é a realidade da coisa, mas apenas o seu fenômeno. O mundo, tal como nós o vemos à nossa volta, não é real, mas é apenas o fenômeno de uma realidade que jamais poderemos conhecer. Das coisas, que supomos existir mas cuja existência nem sequer podemos provar, somente conhecemos a sua aparência “fenomênica”.

Desta que já é uma ideologia, apesar que comumente seja respeitada como uma doutrina filosófica, derivou depois da Revolução Francesa a filosofia de Hegel, da qual derivou no século XIX o Marxismo, do qual derivou no início do século XX a Filosofia Crítica da Escola de Frankfurt, da qual derivou nos anos 70 a Teologia da Libertação de Gustavo Gutierrez, justamente chamada tecnicamente por ele mesmo de “Teologia Crítica”. Da Filosofia Crítica também derivou também nos anos 70 o desconstrucionismo francês, que evoluiu nos anos 80 para o pós-estruturalismo, que é o pressuposto filosófico da Ideologia de Gênero dos anos 90. No fundo, a Ideologia de Gênero é apenas um caso particular aplicado à sexualidade humana da teoria mais geral do pós estruturalismo, a qual é um aprofundamento do desconstrucionismo.
Por isto talvez não tenha sido por acaso, nem por burrice, que o Ministro da Saúde argentino declarou ao Congresso Nacional que a vida por nascer não é nem uma pessoa, nem uma vida, mas apenas um “fenômeno”. Ele estaria anunciando, conscientemente ou não, o que pretendem trazer ao mundo depois da aprovação e da consolidação do projeto que estão promovendo. Tudo isto é muito grave. Creio que podem percebê-lo.

Peço a todos que lembrem que neste Natal o Senhor evidentemente nos está pedindo um presente especial.

Não vamos deixar que o maligno inimigo da humanidade escreva o final deste capítulo para já poder começar o próximo.

Gravem um vídeo para os Senadores argentinos e peçam a milhares, a milhares, de pessoas que façam o mesmo. Aproveitem o Natal para sairmos deste estado de alucinação.

Os vídeos podem ser postados para ser enviados aos senadores argentinos neste endereço:

http://24hsporlavida.com/#Mundo

Acompanhem as notícias. Feliz Natal a todos. Não desapontem o aniversariante.

3 COMMENTS

    Não devemos aprovar o aborto. E uma prática de assassínio sem resistência. A vítima (uma criança)

    Não devemos aprovar o aborto. E uma prática de assassínio sem resistência. A vítima (uma criança)

    Jesus tenha misericórdia do povo argentino e do mundo inteiro!
    Respeitem a vida desde a concepção! Salve os Santos Inocentes!

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